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A Princesa do Corgouma árvore intemporalde névoa e de ventoDo Tempo e Outros VelhosUma Linha de Torres

Noite. Uma fogueira. Subindo para o céu estrelado, a triste melodia do trovador solitário. O reflexo alaranjado das chamas ilumina as árvores em volta, transformando a clareira no centro do Mundo.

Entre os dedos hábeis do trovador – João, o Manco –, a flauta ganha vida, conta uma história. Desde menino que João vive só, cruzando terras e rios, subindo montes, dormindo ao relento quando o clima é aprazível.

Ele e o seu mudo companheiro – Vilão, o burro.

 

 


Comentários sobre o livro João, o Trovador feitos por alguns leitores:

Comentário de Carlos Antunes, publicado no seu blogue Letras Sem Fundo

João, o Trovador, logo de seguida, é uma pequena saga imensa de moralismos inesperados que tocam tantas situações quantas as que o mundo tem para mostrar.
Situações que embaraçam aqueles que as criam contra o protagonista, porque todas as expectativas saem goradas pela medida de admiração que nos merece João.
Trata-se do melhor conto do conjunto, com uma admirável sensibilidade e um talento que evita que o tocante se torne lamechas.

Comentário de Ana Ludovino

Mais de 20 anos, Emílio?!! Como a mensagem é actual e devo justificá-lo com apenas uma frase: «... há pessoas para quem só existe uma verdade e uma vontade: as deles próprios;» (pág. 13). Adorei o conto e, como sempre que leio um livro, anoto as passagens que mais me marcaram. Do João, o Trovador ainda anotei outra que também gostei: «Há muito tempo, alguém afirmara - Sábio ou Santo - que as estrelas são os olhos de Deus.» (pág. 8). Uma vez mais, Emílio, parabéns! É um excelente conto, uma escrita de emoções.

Contacto de Emílio Miranda: autor@emiliomiranda.com

 

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Este site foi actualizado pelo última vez em 12/05/12